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15H00 - BANDA DE MÚSICA DE ANADIA
Historial
A Banda de Música de Anadia foi fundada em 3 de Outubro de 1949, então ligada aos Bombeiros Voluntários de Anadia. Foi o seu principal fundador o Dr. Fernando Costa e Almeida, Anadiense de incomensurável amor à sua terra, que quis também proporcionar à “rapaziada” da época uma ocupação cultural que viesse ao encontro dos seus tempos livres. Teve como primeiro Mestre Joaquim José Ramos Lopes. A sua primeira apresentação ao público Anadiense teve lugar em Dezembro de 1950 , quando da inauguração do Bairro Cancela de Abreu, tendo em Janeiro de 1951 participado nas festas religiosas da Vila de Anadia em honra do Mártir S. Sebastião. Durante alguns anos a Banda de Música de Anadia foi acarinhada pelas Direcções dos Bombeiros Voluntários de Anadia que mais tarde, por dificuldades e uma grave crise gerada, levou a Banda de Música de Anadia para outro caminho.
Em 1976 inaugurou a sua sede na Rua Fausto Sampaio, espaço já existente e cedido pela Câmara Municipal de Anadia.
Em 21 de Setembro de 1990 lavra escritura no Cartório Notarial de Anadia, tendo como objectivo cultivar e desenvolver a arte musical, estando inscrita no Inatel como CCD, sob o nº. 2771, desde 11 de Outubro de 1994.
Tendo passado por determinadas obras de restauração e adaptação, a sede tem hoje uma excelente sala de ensaios além de outras divisões ao serviço da Banda bem como da sua Escola de Música. Em 1999, quando do seu 50º Aniversário, a Câmara Municipal de Anadia, em reconhecimento pelo trabalho realizado e pelo facto de ser a única Banda de Música no concelho, cedeu o direito de superfície do edifício/sede, contributo enriquecedor de uma espaço cultural que muito vem valorizar a Música de Anadia.
A Banda é composta por 32 elementos de ambos os sexos, todos oriundos da sua própria Escola de Música, actualmente com cerca de duas dezenas de alunos, alguns também alunos de Conservatório de Música, e que tem sido “alfobre” da colectividade. Tem como responsáveis o referido Regente bem como o Contramestre Manuel Germano Silva Dimas, que dirige o seu ensino desde 1982 e é executante de Sax-Tenor na Banda desde 1967.
Tem como actividades correntes, para além da Escola de Música (gratuita), um coro litúrgico e participa em festas religiosas (procissões, arruadas), comemorações (Dia Mundial da Música, 25 de Abril, Vindimas da Bairrada), concertos e ainda desfiles, festivais, inaugurações e intercâmbios.
Quando necessário apoia os seus músicos em acções de formação, dando também apoio pedagógico aos alunos que frequentam o Conservatório de Música.
No dia 23 de Julho de 2003 e sob a Direcção Artística de André Dimas, a Banda de Música de Anadia grava o seu primeiro CD.
A Banda de Música de Anadia é hoje uma realidade. O seu alto valor enche de regozijo qualquer Anadiense, forte razão de uma sólida união entre Direcção, Mestre e componentes, certeza também, do extraordinário contributo para o bom nome da Cidade de Anadia.
Desde a sua fundação têm tido vários regentes na direcção musical. Depois de Joaquim José Ramos Lopes(1.º Mestre), estiveram ao seu serviço António Campos, Manuel (da Leonarda) Gomes Fernandes., António Saúde, Flávio dos Santos, António Luís de Brito, Manuel Lindo Pleno, Carlos Marques, Fernando Fernandes e André Dimas. O seu Director Artístico actual é Carlos Alberto Amorim Cunha.
Maestro Carlos Alberto Amorim Cunha
Carlos Alberto Amorim Cunha, de 31 anos de idade, é o responsável pela Direcção Artística desde Março de 2008, que tendo iniciado os seus estudos musicais aos 11 anos de idade na Escola de Música do Grupo Musical de Fiães , começou a estudar Trompete com o Professor Francisco Silva, trompetista da Orquestra Nacional do Porto e também professor no Conservatório de Música do Porto. Frequentou o Curso de Direito até ao 4.º Ano, na Universidade Moderna do Porto. Possui o 8º Grau de Formação Musical e o 7º Grau de Trompete. Fez parte das fileiras da Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de S. João da Madeira, Banda Musical de S. Martinho de Fajões, Banda Musical de S. Tiago de Lobão– Santa Maria da Feira, Banda de Música de Espinho, Banda de Música de Silvade, Banda de Música de Parafita– Montalegre, Banda Municipal Flaviense “Os pardais”- Chaves, Banda Musical Melres– Gondomar, Banda de Música de Ponte de Lima e Orquestra Sinfónica Particular de Espinho. Em 1999 frequentou o Curso Internacional para jovens músicos, promovido pelo Inatel. Em Outubro de 2000 assume a regência da Banda Musical S. Tiago de Lobão, acumulando a função de maestro da Orquestra Ligeira Juvenil e de coordenador da Escola de Música. Em Novembro de 2000, tirou o Curso de Regentes de Bandas patrocinado pelo Inatel. Frequentou vários cursos de Direcção de Bandas e lecciona trompete na Escola de Música da Tuna de Argoncilhe e na Academia Musical de Santa Maria de Sandim.
16HOO - ENTREGA DE PRENDAS DE NATAL AOS FILHOS DOS BOMBEIROS
16H30 - GRUPO CORAL OÁSIS
Historial
Em 1978, nasceu no lugar da Fogueira - Sangalhos o Centro Cultural Fogueirense manifestou desde cedo a sua apetência para o Teatro granjeando pergaminhos inumeráveis. Desde a sua constituição que fundadores e utentes escreveram uma página da História da Fogueira, através do seu inigualável brio associativo. Mas o melhor estaria para vir com o núcleo Orfeão desta matriz de sucessos perdidos mas não esquecidos. Assim, cria-se em 1993 o Grupo Coral Oásis. Em 1995 dá-se início à Escola de Iniciação Musical Harmonia e em 1998 inicia-se um Grupo de Ginástica Aeróbica, que em conjunto com o Grupo Coral formam três núcleos de actividade do Centro Cultural Fogueirense.
Desenterrado pelas raízes que não morreram, esta árvore voltou a crescer saldando a sua actividade pelo carinho e pelo esforço de muitos quantos nela acreditaram. A aridez cultural do seu meio envolvente coloca nas mãos dos seus promotores a vontade de “Cantar o Amor” à Cultura e difundir a mensagem e a obra de grandes autores nacionais e estrangeiros de índole religiosa ou profana que poderão ter contribuído para a actividade coral de cariz cívica. O Grupo Coral Oásis, é um coro misto, que conta actualmente, com 45 elementos na sua constituição. De 1996 a 2003, participou nos Encontros de Coros da Bairrada, tendo organizado o 4.º Encontro, com assinalável êxito, comprovado quer pela crítica quer pelo público. Em 1998, foi convidado para a sua primeira aparição televisiva, no programa das manhãs da RTP1, “Praça da Alegria”, tendo estado presente no mesmo programa no ano seguinte. Em 1999, inicia o Concerto dos Santos Populares, que tem vindo a realizar anualmente. Em 2000, participou no I Encontro de Coros do Norte de Portugal onde estiveram presentes 54 grupos corais. Foi convidado para um Concerto de Natal organizado pelo Orfeão do Porto em Dezembro de 2001 e ainda participou no Concerto de Primavera promovido pelo Orfeão de Águeda. Em 2002, inicia o Concerto de Natal, que se realiza todos os anos na Basílica de Mogofores. Em 2003 participou em Encontros de Coros de diversos Grupos Corais como o Similá, Coral Vila Forte, Grupo Coral Cardes, Grupo Coral Vera Cruz tendo ainda realizado intercâmbios com o Grupo Coral Calçada Romana, Coro Municipal Marquês de Pombal e Coral de Santana. Em 2004 realizou intercâmbios com corais como Coral Santo Condestável e Orfeão da Santa Casa da Misericórdia de Gouveia, Grupo Coral Polifónico de Santa Comba Dão, Orfeão de Rio Tinto, Orfeão de Viseu, Grupo Coral de Proença-à-Nova, Coro Gaudia Vitae, Orfeão de Braga e Orfeão de La Coruña. Em 6 de Outubro de 2007 teve a sua primeira internacionalização, participando no 6º Festival de Música Coral "Auria Canta", em Ourense (Espanha), a convite do Coral Polifónico "Auria Canta". No dia 8 de Novembro de 2008, volta novamente à Espanha a Cambre (La Corunha), para participar no X Aniversário da Coral Polifonica de Santa Maria de Cambre. No seu vasto reportório podemos encontrar várias tendências em peças valiosíssimas de contexto, percorrendo diversas categorias de inclusão musical, desde Espirituais - Negros de John Work , J.B Herbert entre outros a peças de Musica Sacra como " Ti Voglio Star Vicino" ( Coral da Paixão segundo S. Mateus ) de J.S.Bach, passando por Musica Popular Portuguesa, Musica Popular Estrangeira, Musica de Natal e Música de Intervenção com peças como a “Balada de Outono” de Zeca Afonso, “Acordai” e “Jornada” de Fernando Lopes Graça. Por entre diversos capítulos da musica procura-se uma grande diversidade de reportório. Além de poder incluir neste um grande número de peças para Missa, o Grupo Coral Oásis tornou a actividade do Centro Cultural Fogueirense num expoente de referência local, regional e nacional, permitindo levar deste concelho uma identidade cívica e cultural.
Do Maestro Celestino Ortet; o primeiro Director Artístico; aos actuais Maestro e Maestro Adjunto, António Luís de Brito e Sérgio Brito houve uma evolução de fundo que permitiu não só aproveitar os recursos vocais da Fogueira como também aproveitar os que viriam de outras áreas vizinhas como Sangalhos, Moita, Anadia, Ancas, Amoreira da Gândara, Sá, Paredes do Bairro, Cúria, Mogofores entre outras freguesias do Concelho de Anadia. O aproveitamento vocal resultou na persistência de naipes permanentes que legitimam a polifonia. Entre Sopranos, Contraltos, Baixos e Tenores, a polifonia vai resultando numa profusão vocal de tipicidade ímpar. O actual Maestro António Luís de Brito aposta numa qualidade vocal cada vez maior tendo por variadíssimos motivos competências na selecção de vozes. É Maestro do Grupo Coral Oásis, desde 1998.
Maestro António Luís de Brito
Natural da vila de Loriga - Seia, iniciou os seus estudos musicais na Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Banda de Loriga), na qualidade de executante, contramestre, e posteriormente maestro de 1969 a 1974.
Foi maestro da Banda Sociedade Instrução e Recreio de Paços da Serra - Gouveia, no ano de 1974, e da Banda de Música de Anadia, de 1979 a 1988.
Dirigiu ainda vários coros litúrgicos nas Igrejas de Loriga, Águeda e Recardães, sendo autor de diversas obras musicais.
Participou em vários cursos de aperfeiçoamento de Directores Corais, organizados pela SEC - Secretaria de Estado da Cultura, onde se destaca o I e II Curso-Estágio de Direcção Coral, ministrados pelo Maestro José Robert.
É professor de música na Escola da Casa do Povo de Águeda, tendo também a seu cargo, a direcção artística da Orquestra Juvenil da Casa do Povo de Águeda, desde 1983.
De 1986 a 1987, foi maestro do Orfeão da Associação Cultural de Recardães, e de 1989 a 1994, dirigiu o Coro Infantil do Orfeão de Águeda . Foi Director Artístico do Coro Misto do Orfeão de Águeda, desde 1981 a 1999.
Presentemente é maestro principal do Grupo Coral Oásis (Fogueira), desde Setembro de 1998, Maestro Adjunto do Coro Misto do Orfeão de Barrô, desde Outubro de 2005, e do Coro da Cruz Vermelha Portuguesa de Águeda , desde Abril de 2006.
Foi um dos fundadores do Conservatório de Música de Águeda, no qual exerce funções directivas desde a sua fundação (1999).
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